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Inspirada na beleza da mulher negra, Cooperativa baiana gera renda com produção de bijuterias a partir de materiais recicláveis.
Leia na íntegra no Blog do Brasil Local Nacional.

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Domingo último chegou as bancas a revista Le Monde Diplomatique Brasil número 09. As página 30 e 31 estampam artigos sobre desenvolvimento local e Economia Solidária assinados por Paul Singer – Secretário Nacional de Economia Solidária; Ladislau Dowbor – Professor da PUC/SP e Luiz Inácio Gaiger – Coordenador da pós graduação em Ciências Sociais da UNISINOS.

Singer em seu texto, comenta sobre os motivos de surgimento da Economia Solidária e uma interpretação errônea baseada nisso:

Reação à exclusão social, à penúria, à perda de auto-respeito e esperança, o que leva alguns a encará-la como uma compensação às injustiças do capitalismo, tornando-o menos insuportável. Portanto, graças à Economia Solidária, o sistema deixaria de ser ameaçado pela revolta de suas vítimas. Esta conclusão está errada por três motivos.

1.A economia solidária não esta fadada a permanecer sempre marginal;

2.Nem todas as grandes transformações sociais foram conduzidas pela revolta dos desesperados;

3.Com a manutenção das regras democráticas no poder de estado, a tendência é que a economia solidária solidária cada vez mais tenha acesso aos fundos públicos;

Esse post trata apenas de alguns recortes, para baixar e ler todo o artigo, esse sim o central, clique no título-link dele a seguir Economia Solidária – Paul Singer no lemonde Diplomatique 09 de Abril/08. Depois em “download imagens” – trocará a página, depois em “Click Here To Start Download”, o download da imagem do artigo começará ser baixado.
Para os agentes Brasil Local/RS, já mandei em anexo por email.

Um abraço a todos/as

Lucio Uberdan – Coordenador Estadual do Basil Local

Começou na quarta-feira (2) o curso de pães e pizzas do Grupo Kaseiros de Mulheres Solidárias, empreendimento que começa a se organizar no município de Alegrete (RS), com assessoria da agente de desenvolvimento Rita Escobar Rocha.

Segundo ela, o carro-chefe será a produção de mini-pizzas, seguido dos pães e biscoitos. Uma das integrante o grupo, Jane Escarrone, ressalta a vontade do grupo em fazer também a parte de confeitaria, com tortas e outros doces. “O grupo está confiante”, avalia Rocha.

A princípio, os quitutes serão vendidos para familias, em feiras e no comércio local de pequeno porte. “O sonho das mulheres solidárias é ir mais além como vendas em empresas maiores”, conta a agente.

*Notícia e fotos enviadas pela agente do Projeto Brasil Local Rita Escobar Rocha, de Alegrete (RS). (Créditos da matéria – Fernanda ASCOM Brasil Local).

Saudação de boas vindas.

Saudações agentes do Brasil Local/RS e demais pessoas que por aqui passarem. Lançamos agora ainda meio/a tímido/a, o blog de nosso projeto aqui do Rio Grande do Sul. O papel do blog, é de irmos dando visibilidade a nossas ações e compreendendo elas melhor na perspectiva em que temos de explica-las aqui para todos/as visitantes. O blog só funcionará a contento, se todos/as enviarem as atividades que acham importantes para aqui serem divulgadas, enviarem fotos, bem como, notícias gerais que entendam-se relevantes. A constante participação de todos/as colocando comentários e trocando idéias também é fundamental.

A partir de hoje esta valendo. Mandem todas as notícias por email, que eu coloco no ar rapidamente, ok? Um abraço a todos/as. Vamos participar.

Lucio Uberdan – Coordenador Estadual do Projeto Brasil Local

O que já foi notícia no Brasil Local:

1. Bairro de Poa se une para criar banco comunitário

Comunidade terá crédito facilitado e moeda própria

Porto Alegre (RS) – Moradores do bairro Restinga, na capital gaúcha, realizam reunião de trabalho nesta quarta-feira (2) com o objetivo de fixar metas para a implantação de um banco comunitário. “Crédito facilitado para pequenos empreendedores e o uso de uma moeda social, que movimente a economia local, estão entre os benefícios trazidos por este tipo de instituição financeira”, defende o diretor de Fomento da Secretaria Nacional de Economia Solidária do Ministério do Trabalho e Emprego (Senaes/MTE), Dione Manetti, que participa da atividade, às 18h30, no centro de eventos da comunidade.

Segundo Manetti, a criação do banco na Restinga contará com suporte financeiro da Senaes, que este ano investirá R$ 3 milhões para apoiar a organização de 40 bancos comunitários pelo País. Os recursos se destinam à assessoria técnica para a gestão dos bancos, mobilização social e cursos de capacitação administrativa. “Um dos princípios fundamentais deste tipo de instituição financeira é a independência de governos. O banco comunitário ganha um apoio no início, para adquirir autonomia e caminhar sozinho por meio da atuação da própria comunidade”, explica.

A implantação das instituições vai utilizar a metodologia do Banco Palmas, em funcionamento há mais de dez anos no bairro Conjunto Palmeira, em Fortaleza (CE), e prevê a circulação de uma moeda própria. “Hoje, o Banco Palmas é um dos 16 integrantes da Rede Brasileira de Bancos Comunitários. Todos fazem operações em Real, mas cada um deles conta também com uma moeda social cuja finalidade é estimular o consumo de bens e serviços produzidos pela própria comunidade”, esclarece Manetti.

De acordo com Joaquim Melo, coordenador do Banco Palmas, o crédito oferecido pelos bancos comunitários em moeda oficial funciona com taxas de juros de 0,5% a 3%, abaixo das praticadas pelo mercado. “Para a moeda social, o juro é zero”, completa. Além disso, todos os bancos comunitários contam com um caixa do Banco Popular do Brasil (BPB), subsidiário do Banco do Brasil, que garante a execução de outros procedimentos bancários, como o pagamento de contas de água e luz e boletos em geral.

Plano de ação na Restinga – A administração dos bancos comunitários é feita por meio de um conselho gestor, com membros da localidade na qual está inserido. No caso da Restinga, o primeiro passo será a implantação de um Fórum de Desenvolvimento Local, com a participação de diversos segmentos do Bairro, como comerciantes, grupos produtivos e associações de moradores.

“Esse Fórum será aberto a todos os interessados e terá um grupo de trabalho para desenvolver as ações para a criação do Banco”, afirma Josué da Silva, morador da Restinga e agente de desenvolvimento do Brasil Local, Projeto coordenado pela Senaes. De acordo com ele, a reunião de hoje servirá para determinar um cronograma de atividades a serem cumpridas nos próximos meses.

“Essa atividade dará seguimento a um compromisso assumido pela Senaes no último ano, durante um seminário realizado no Bairro”, justifica Manetti. Na avaliação dele, a Restinga reúne uma série de características propícias à criação do banco. “É um bairro com uma população grande, afastado do centro e com atividade econômica suficiente para girar capital dentro da comunidade”.

Serviço:
Reunião para discutir criação de Banco Comunitário na Restinga
Hoje (02/04); às 18h30, no Centro Comunitário da Restinga (Cecores) – Av. Economista Nilo Wollf, 641.
Mais informações:
Assessoria de Comunicação
Fernanda Barreto
(61) 9965.1219
fernanda@fubra.unb.br

2. Economia Solidária Revoluciona o Brasil

Leia a notícia publicada pelo Diário de Viamão (RS)

Clique AQUI

3. Encontro reúne 44 agentes de desenvolvimento no RS

Porto Alegre (RS) – Entre uma apresentação aqui e um debate ali, o bom e velho chimarrão rolou de mão em mão no encontro da equipe do Brasil Local no Rio Grande do Sul. A atividade, realizada dias 5 e 6 de março na capital gaúcha, foi conduzida pelo coordenador do Projeto no Estado, Lucio Uberdan, e reuniu 44 agentes na tarefa de planejar ações para os próximos dois meses.

Na ocasião, foram apresentados novos instrumentos para o trabalho cotidiano dos agentes, como o formulário de diagnóstico destinado a grupos produtivos, com questões que ajudam a identificar dificuldades a serem solucionadas com apoio do Projeto. O encontro também teve um módulo especial com apresentação do movimento de software livre, feita pelo ativista Évertom Rodrigues.

O encerramento contou com a participação do diretor de Fomento da secretaria Nacional de Economia Solidária do Ministério do Trabalho e Emprego (Senaes/MTE), Dione Manetti. “Nosso trabalho é apoiar a organização coletiva de trabalhadores em empreendimentos solidários. São pessoas que muitas vezes querem se organizar dessa forma mas sequer têm acesso as políticas públicas de incentivo. Nós temos que romper essa barreira”, disse Manetti.

Na noite do dia 6, antes de voltarem para seus municípios de origem, os agentes realizaram um feira de escambo (foto), quando cada um contou a história do item que levou para trocar. Foram distribuídos artigos como livros, artesanatos em madeira, roupas, tapetes e acessórios.
Mais informações:
Assessoria de Comunicação
Fernanda Barreto
(61) 9965.1219
fernanda@fubra.unb.br